FERROADAS E PICADELAS

DIZEM QUE A VINGANÇA É DOCE...,
À ABELHA, CUSTA-LHE A VIDA!
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"UMA BOA ABELHA, NÃO POUSA EM FLORES MURCHAS"
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"Os livros, são abelhas que levam o pólen de uma inteligência a outra."
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"TAL COMO AS ABELHAS, AS PALAVRAS TÊM MEL E FERRÃO"



segunda-feira, 18 de julho de 2011

COLMEIAS "SEM TRABALHO"

Passou um mês desde a última visita ao apiário e algumas surpresas se nos depararam.
Agora, acompanhado do Rafael, o descendente mais novo, tivemos de improvisar e, num acto de desenrasca, ou não fossemos portugueses, tirámos com as mãos a maioria das ervas, que abundantemente rodeavam as colmeias, deixando para os próximos dias uma visita propositada para limpeza.
Um “castigo” por não irmos munidos da ferramenta adequada, e que deveria por norma acompanhar-nos.
Esta foi a primeira surpresa e, se o mel crescesse nos quadros, quanto as ervas ao redor das colmeias, o “ano não seria bom, seria óptimo”.
A segunda surpresa, e esta mais propriamente apícola, deveu-se ao facto de, e numa investigação ao estado produtivo das nossas amigas, constatarmos que em dez colmeias, duas se diferenciavam pela negativa.
No geral a produção parece-nos boa até pela quantidade de mel produzido desde a nossa última visita. Constatámos que os quadros se encontram quase completos e muitos, praticamente “selados”.
No entanto, e para confirmação daquilo que há cerca de um mês já nos intrigou, duas das colmeias, e colocadas que foram as alças na mesma altura das restantes, não têm qualquer trabalho desenvolvido.
Nada de mel, e nem sequer cera puxada. Numa olhadela ao ninho, pareceram-nos normais, com bastante população, reservas e criação a “nascer” em breve.
Porque será que estas duas colmeias se encontram assim?!
Haverá alguma explicação para tal, ou estas nossas amigas têm o “rendimento mínimo e não lhes apetece trabalhar?!…”

4 comentários:

Campista selvagem disse...

Caro amigo, não vale estranhar também eu senti na pele o mesmo problema, tambem tive duas culmeias a zero,no entanto as restantes tiveram um proveito bem rasuavel, fiquei com a impressão que seria a sera dos ninhos que estava velha, já tratei de mudar alguns quadros de ninho para verificar se a situação melhora.
( tenho é um problema maior para resolver tem a ver com umas larvas que têm o mau hábito de atacar nesta altura do ano, o meu progenitor dis-me que é a borbuleta da traça, como nunca vi nenhuma não posso afirmar que seja, agora as larvas atacam e não encontro maneira de iviatar este ataque, se souber de algo que possa ajudar agradeço.

Anónimo disse...

Caro amigo, para as larvas há solução!, chama-se ác. fórmico!
Quanto às colmeias..deixe lá que não são os únicos. E seguramente n é da cera velha, pk só tenho enxames novinhos e cera deste ano. Talvez seja da cera moldada k serve de base.

Ass; Abelhasdoagreste

Anónimo disse...

Olá!
Não terão essas colmeias enxameado?
As abelhas têm uma particularidade curiosa : a tomada de decisões.
Por vezes estão montes de tempo que parece que não andam nem desandam e de repente de um dia para o outro mudam radicalmente - decidiram. E quando decidem são imparáveis. Veja-se o caso da enxameação. Quando decidem enxamear é o cabo dos trabalhos para o evitar.
Na subida às alças passa-se o mesmo. Parecem hesitar e de repente, numa semana (se o tempo for favorável) puxam ceras e enchem a alça de mel.
Sobem às alças quando acham que necessitam de espaço. O problema é que a noção de espaço que as abelhas têm não coincide com a nossa noção de espaço.Para elas é espaço disponível uma alça de ceras puxadas, mas já o não é se a cera for apenas moldada. Aqui podemos tentar persuadí-las colocando no meio das ceras moldadas um ou dois quadros de ceras já puxadas, de preferência com algum mel, mas vai depender sempre do momento da decisão delas.
Nesta altura do ano, consoante a zona , já não é provável que subam às alças.
O meu amigo diz que têm criação prestes a nascer. A postura é regular e uniforme sem espaços vazios? É que se não é , outra coisa se pode passar.
Um abraço.
Abelhasah.

Rui Franco Silva disse...

Viva

Vejo que já teve vários incidentes de má memória com algumas das suas colmeias. Como pesquiso sobre este tema, surge-me outra preocupação que nada tem a haver com rasteiras pregadas pela natureza, mas sim com furtos de colmeias. Ouço alguns lamentos, pelo que gostaria de saber que conselhos daria(m), afim de diminuir os riscos de tal prática.


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